quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

4.º ano de S. Lourenço na Sala Mágica

Os alunos do 4.º ano da EB1 de S. Lourenço visitaram a Biblioteca Escolar Sala Mágica, onde puderam visionar o site "Histórias da Kika" criado por Educadora Isabel Oram. Os alunos conheceram a história dos três porquinhos, escrita em verso. Depois puderam realizar várias actividades na Biblioteca com o apoio dos monitores Tatiana, Rebeca e Nilton.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Depois da morte de Simão e Teresa ...


           
           Em 1807, precisamente uma semana depois da morte de Simão e Teresa, reuniram-se todos numa igreja para lamentar a morte deles. Todos os seus familiares choravam, até pai de Simão que estava aborrecido com ele, deixara escorrer uma lágrima pela sua face.
            A morte de Mariana também foi lamentada.
            Pessoas acreditavam que, mesmo que Simão e Teresa não tivessem vivido juntos na vida da terra,viveriam juntos e felizes lá no céu. E assim era, eles estavam juntos, ninguém os podia separar!
            – Vamos viver juntos, vamos casar! – exclamava Simão, pegando nas mãos de Teresa.   
- Sim, estamos livres, podemos casar!
            Simão e Teresa sabiam que agora não tinham o pai dela para os impedir de casar, mas não sabiam que Baltazar os espiava e planeava algo terrível, pois ele também tinha morrido.
            Baltazar planeava matar de novo Simão (se fosse possível) e casar com Teresa mas, no céu não existiam armas e facas, era tudo bonito e bondoso. Por essa razão Baltazar tinha de ir além do céu até ao «Covil da Bruxa Maldozidília» para lhe pedir um feitiço de arranjar uma arma.
            Simão e Teresa foram falar com o chefe do céu o «Deus» para lhe pedir a permissão de casarem no seu território, o céu.
            – Se vós quereis casar tendes de ir para o «Covil da Bruxa Maldozidília» libertar os anjos, só alguém bondoso tem o direito de casar! - dizia «Deus» apontando para o alto de uma montanha.
            – Com o maior respeito senhor, não será muito perigoso? a bruxa pode matar-nos !- perguntou Simão.
            – «Só alguém bondoso tem o direito de casar.» – repetiu «Deus».
            Sem dizer mais nenhuma palavra Simão e Teresa partiram.
            Ao afastarem-se «Deus» disse mais alto:
            – Não toquem em nada que vos pareça inofensivo !
            Eles afastaram-se tanto até desaparecerem da vista de «Deus».
            Pelo caminho, Teresa viu lindas rosas encarnadas e pegou numa, admirou-a e picou-se num dos espinhos da rosa. O sangue escorreu pelo dedo até chegar ao chão.
            - Minha querida estás bem? – perguntou preocupado Simão a Teresa.
            Antes que ela pudesse responder cresceu uma rosa mais encarnada, cada vez mais, até ficar um encarnado mesmo para o preto, e cresceu tanto que tapou o caminho, depois cresceram os espinhos, atrás deles cresceu mais uma rosa que teve os mesmos efeitos por causa do sangue.
            Eles ficaram no meio das rosas com espinhos enormes que cresciam cada vez mais, não tinham como escapar, mas se não saíssem do meio das rosas podiam ...
            - Se isso for possível, vamos morrer novamente e não nos vamos voltar a ver por isso quero dar-te o último beijo. - disse Teresa.
            Eles beijaram-se e, como por magia,  os espinhos diminuíram, as rosas voltaram ao tamanho habitual, o lindo e claro encarnado voltou e as rosas desapareceram na terra.
            Muito felizes por estarem vivos continuaram a sua viagem porque casar era o que eles mais queriam.
            Já quase no cimo da montanha eles viram Baltazar no meio de duas rosas idênticas com as que eles venceram.
            - Temos de o ajudar, ele tal como nós tem o direito de viver!- exclamou Teresa a Simão.
            - Cometi erros no passado  e não o vou  voltar a cometê-los .-disse Simão.
            Com estas palavras Teresa beijou Baltazar mas nada aconteceu pois não era um beijo de amor. Baltazar desapareceu, mas como um espinho já tinha tocado nele as rosas desapareceram e Teresa ficou bem.
            Simão abraçou Teresa e continuaram.
            Já chegando ao cimo da montanha olharam em volta e viram o... «Covil da Bruxa Maldozidília».
            Eles corajosos entraram e viram os anjos. Libertaram um a um até chegarem a um anjo familiar, era a Mariana.
            - Mariana? Como? És um anjo! – perguntou surpreendido Simão.
            – «Deus» achou que fui uma boa pessoa e tornou-me num anjo.
            Antes que eles pudessem libertar os outros anjos apareceu a «Bruxa Maldozidília»
            –Ah! Ah! Ah! Ah! Que pensam que estão a fazer, a contrariar o meu poder?!
            E de seguida lançou um relâmpago ao pé de Simão, Teresa e Mariana.
            Eles afastaram-se e ao segundo relâmpago, Mariana colocou um espelho à frente, apontando-o para a bruxa, o feitiço inverteu-se, então a bruxa morreu.
            Eles libertaram os outros anjos e foram embora.
            Simão disse a Mariana que gostava muito dela, mas o seu amor verdadeiro era Teresa, ela disse que ia ultrapassar a paixão que sentia por ele, porque queria imenso que ele fosse feliz.
            Simão e Teresa casaram e tiveram dois filhos, um rapaz chamado «Adam» e uma rapariga chamada «Eva».
      E assim viveram felizes para sempre!

Denisa Tiution, 5.º C

Melhor Leitora do 1.º Período



Ariana Gomes do 1.º C está de parabéns! Foi a Melhor Leitora do 1.º Período da EB1 de Almancil.

A Ariana recebeu um diploma e o livro "Gota Gotinha" e, ainda, as felicitações dos colegas.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Vanina, a paixão de Guidobaldo n´ O Cavaleiro da Dinamarca



Vanina, mulher como tu não existe,
Beleza tão intensa, só mesmo a tua!
O meu coração será teu!

Vanina, por ti lutarei!
Por ti morrerei!
Presa nesse sótão,
Com tanto amor para dar.
Jurarei por tudo neste mundo
que te irei buscar para comigo casares!

Leonardo, 7.ºD

Apontamentos de uma página de Diário

         
                                                                                                                  28 de Janeiro de 1850

Querido diário,
   
   Hoje, acordei com vontade de explorar a terra que me rodeia.
   Pulei para o meu cavalo, o meu fiel companheiro, e partimos em busca de aventura.
   De repente, avistei no horizonte uma montanha que tocava o céu e decidi dirigir-me a ela. Ao aproximar-me vi que a sua beleza era maior do que a que tinha imaginado.
   Ao meio dia, vendo cada vez mais perto esta lindíssima montanha, decidi subi-la. E quando cheguei ao cume, reparei  em toda a sua magnificiência, que resolvi, com o meu fiel amigo, passar nela alguns dias!

Diogo Teixeira, 7.ºC

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Plano Nacional de Leitura na EB1 de S. Lourenço

No âmbito do Plano Nacional de Leitura, recebemos a visita da professora bibliotecária Ângela Galvão que nos contou e encantou com a história "Um bocadinho de Inverno".
Esta história fala da amizade, da saudade e da partilha.
Durante a exposição da história, foram abordados diversos temas de Estudo do Meio e de Língua Portuguesa.
Seguiu-se um pequeno debate e um jogo de imagens para ordenar de acordo com a sequência da história.
Os alunos e as professoras gostaram muito desta visita. Obrigado!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Na Palestina...




25 de Janeiro de 1476, Palestina

Querido Diário,

    Hoje, passei um dia fantástico na Palestina!
    Rezei na gruta onde os deuses passaram. Pedi a Deus que me fizesse um homem de boa vontade  e de coragem.
    Visitei os vestígios dos monumentos de Jerusalém e fiquei espantado com tantas pessoas que, como eu, vinham de outras terras.
     Pensei em comprar presentes à família, mas o dinheiro não foi suficiente. Por outro lado, esta viagem é tão perigosa que hoje cheguei, mas, amanhã, não sei se regressarei! 
    Ah! Falando nisso, que saudades tenho eu da minha família! Tenho saudades da minha linda mulher, dos meus queridos filhos, dos meus melhores amigos, dos meus pobres criados, dos meus cães, que sempre me mordem, e do pinheiro da minha clareira que simboliza a luz da minha casa!
    Hoje tenho uma nova coisa para te contar. Travei grande amizade com um mercador de Veneza. Ele ajudou-me a seguir caminho, a preparar as refeições ... Realmente, ele é uma pessoa com muita sabedoria  e muito carinhosa para mim.
    O amigo mercador pediu-me para ir com ele a Veneza, à cidade construída sobre água que fica na Itália.
    Achas que devia ir com  ele? Gostaria muito, porque ainda tenho muito tempo para o regresso à Dinamarca e sinto curiosidade em conhecer Veneza. É uma oportunidade para conhecer  as suas histórias  e partilhá-las depois com a família!
    Gosto muito de ti! Boa noite!

Yan Wang, 7.º D

Vamos experiênciar....com os 4ºs anos

try Ao longo de dois dias tivemos várias experiências do plano curricular dos 4ºanos a decorrer na nossa biblioteca.