segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Continuação do conto: «Uma família Inglesa» de Júlio Dinis

      
Cecília a Carlos casaram e fizeram uma grande festa. Houve um grande banquete. Estava lá toda a gente e todos dançaram com grande alegria. Foi uma festa incrível!
Dois dias depois, para comemorar o seu casamento, eles viajaram de barco até  Itália. Quando lá chegaram, instalaram-se no palacete da família. Os criados tinham preparado um festim  em honra da sua chegada.
Estiveram lá quase um mês e, durante as férias em Itália, Cecília engravidou.
Quando voltaram a Portugal disseram aos seus familiares que  Cecília estava à espera de um bebé. O pai de Carlos mandou uma carta à sua família, em Inglaterra,  contando  que o  seu filho iria ser pai. Fez-se uma grande festa em honra de Cecília e de Carlos pois, em breve, seriam pais.
Os familiares de Inglaterra, assim que receberam a carta, fizeram as malas e vieram ao Porto visitá-los e, para se conhecerem melhor, fizeram um  jantar.   Passados alguns dias, os familiares de Carlos tiveram de regressar a Inglaterra.
Alguns meses mais tarde, Cecília e Carlos foram pais de um lindo casal de gémeos. A menina chamou-se Lisa e o menino chamou-se Miguel.
No dia do seu primeiro aniversário a família reuniu-se toda. Fizeram uma festa e um grande baile, após o jantar ter terminado. Todos  se divertiram muito.
Alguns anos passaram e Lisa e Miguel encontraram o seu verdadeiro amor.
Entretanto,  o pai de Carlos adoeceu e acabou por falecer alguns dias depois.  Estavam  já todos conformados, pois ele andava assim  já há  muito tempo e o médico avisou logo que,  provavelmente, não iria resistir.
 O pai de Cecília ficou rico, pois  ganhara  um concurso.
Jenny casou e teve filhos lindos.
E assim viveram felizes para sempre!

 Raquel Inocêncio, 5.ºA

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Versão alentejana d` Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente


Vem um pastor Alentejano com o seu cajado, e chega à barca infernal, e diz:

ALENTEJANO:
Ó da barca!
DIABO:
Quem vem lá?
ALENTEJANO:
Atão, sou eu, o Maneli!
Moço alentejano, pastor de ovelhas
e condutor de parelhas,
filho do Zé D`Alzira
e homi da Zulmira.
DIABO:
Pastor?!
Fazes cá falta no meu rebanho
de tão grande tamanho.
Entrai, entrai
que vos levo nesta viagem.  
 Sentai-vos e apreciai a paisagem.
ALENTEJANO:
Olha, olha o magano,
que me havia de calhar!
Vermelho, com cornos
 e um pau para me picar!
 Atão vossemecê tem um rebanho?
Com esta barca é um pouco estranho!
O Xico pescador,
o que tem o filho doutor,
tambein não batia bem da moleira,
dizia que guardava peixes,
quando saia na traineira.
DIABO:
Sou pastor de almas condenadas,
pelas chamas alimentadas.
Vinde, vinde para este recanto,
escutai seu brado, seu pranto.
ALENTEJANO:
Isso querias tu,
vai de recto, Belzebu!
Sou homi honrado
e pai de filhos respeitado.
Trabalhi de sol a sol,
à chuva, ao frio, ao vento.
Enfim, uma vida de tormento!
DIABO:
Aqui tendes calor,
e para tuas dores,
tenho cá muitos doutores.
 Entrai, entrai senhor
bom homem pastor.
ALENTEJANO:
Atão nã havia de seri!
Nã m`acredito no teu sorriso,
minha alma merece o paraíso!
Cala-te alma atormentada,
senão ainda levas uma bordoada!
Chega o pastor alentejano ao batel do anjo, e diz:
ALENTEJANO:
Ó da barca!
ANJO:
Que queres?
ALENTEJANO:
Entrar no teu barquinho,
tão arrumado e limpinho.
ANJO:
E quem és tu?
ALENTEJANO:
Sou o Maneli,
 pastor de profissão.
Homi dedicado e de bom coração.
ANJO:
Pareces importunado,
aborrecido, acabrunhado.
ALENTEJANO:
E não havera de estari!
Deixei a minha amada mulher
e cinco moços esgrouviados.
Que vai ser deles, que vão comer,
 tadinhos dos desgraçados!
ANJO:
 Teu tormento dá que fazer,
mas não te deves preocupar.
Tens uma grande mulher,
e solução há-de encontrar!
ALENTEJANO:
É bem verdade!
É moça trabalhadeira,
desde nova muito prendada.
Nos campos foi mondadeira,
e em casa, mulheri dedicada.
Mas nã q`ria ter morrido,
assim, desensofrido!
ANJO:
Mas de que morreste,
de que maleita sofreste?
ALENTEJANO:
De uma “chaparrose”,
quando pela v`reda seguia.
Já era nôte e mal se via.
ANJO:
 Chaparrose?! Não conheço!
É mal de bebida,
ou moléstia desconhecida?
ALENTEJANO:
Nada disso!
Ontur`dia,
à nôtinha, fui à fonte da ribeira
encher a cantareira
e matar a sede pelo cucharro.
Estava eu sentado,
quando me caiu em cima o velho chaparro!
À cama fui parar,
e ali fiquei adormecido, deslembrado.
Nunca mais arrebitei
e por Deus fui chamado!
ANJO:
Então vamos para o paraíso,
que eu quero ver seu sorriso.
ALENTEJANO:
Vamos lá atão a navegari,
que eu mais não posso esperari!
 Rodrigo Dias  5ºE

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Exposição "Contos do Mago"

Vem visitar a Exposição que está na Sala Mágica!

Vais encontrar trabalhos, feitos pelos alunos da EB1 de Almancil, a partir da leitura do conto "O Caso do Oceano Remendado".

Vem conhecer os Mago Zóico, as Turritelas e as Ornitogeias.

Vem saber como é que nós imaginámos estas personagens e as lengalengas que criámos a partir delas.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

DIA INTERNET SEGURA - 8 DE FEVEREIRO


 Algumas curiosidades sobre a utilização da Internet

Os jogadores estão, em média, 8 horas por semana a jogar online.

Os jovens dormem menos 2 a 3 horas por noite do que há 10 anos atrás. 

Em Janeiro de 2010, foram registadas 18 milhões de pessoas no jogo online «Second Life».

O Facebook reportou mais de 500 milhões de membros activos. Os utilizadores estão cerca de 700 biliões de minutos no Facebook todos os meses.

Há 13 milhões de jogadores do World of Warcraft (WoW), o maior jogo em plataforma virtual do mundo.
 
“12% das crianças e jovens entre os 9 e os 16 anos referem que já se sentiram incomodadas ou perturbadas através da Internet” .

“Os riscos sexuais (ver ou receber imagens sexuais online) são os mais comuns, mas poucas das crianças expostas os acham nocivos” .

 “29% das crianças europeias dos 9 aos 16 anos que usam a internet já comunicaram com alguém que não conheciam cara-a-cara, uma actividade que pode ser arriscada, mas também divertida”.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Convence-me a ler o teu livro




Olá! Chamo-me Irigiara Moura, tenho 12 anos e estou no  7.º ano, turma B. Vivo em Almancil. O livro que vou apresentar é «A Casa das Bonecas», de Maria do Carmo Rodrigues.

    Era uma vez duas crianças irmãs, chamadas Joaninha e Chico, que tinham ganhado uma casa de bonecas, numa rifa comprada ao afilhado do pai deles.

    Como a casa era muito grande, a mãe decidiu pô-la no quarto de Chico.

    Naquele quarto, Joaninha e Chico imaginavam a casa  de bonecas numa floresta, entre enormes árvores...

    O  resto não conto...Leiam que vão gostar, porque nunca é demasiado tarde para voltar a ser criança!



1.º Ano de Escanchinas na Sala Mágica

Os alunos do 1.º ano da EB1 de Escanchinas vieram conhecer a Biblioteca Sala Mágica. A professora Ângela Galvão apresentou um power point com uma fábula sobre o inverno. Depois os alunos acompanhados por seis monitores exploraram a Biblioteca.


sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

O amor de Guidobaldo n´O Cavaleiro da Dinamarca

                                                                                                        
                                                                                                                12 de Fevereiro de 1430

    Querida Vanina,

    És a rapariga mais bonita que conheci!

    És a flor do meu jardim. És a onda do meu mar e, por isso, quero dizer-te que o meu amor por ti será eterno.

    Quando olho para o teu rosto parece que o mundo inteiro pára. Os teus lindos cabelos loiros brilham mais do que a lua e deixam-me tonto.
  
    És a única mulher que faz com que o meu coração bata rápido e devagar ao mesmo tempo.

    Foge comigo! Vem! Deixa Jacob Orso! Viajaremos sem rumo e destino.
    Vanina, sem mais demoras,  AMO-TE!

    Guidobaldo, o teu amado.

Juliana, 7.º C

Vamos experiênciar....com os 4ºs anos

try Ao longo de dois dias tivemos várias experiências do plano curricular dos 4ºanos a decorrer na nossa biblioteca.