segunda-feira, 30 de maio de 2011

Dia Mundial da Criança




Quem sou?

Um milagre de amor.

Por dona cegonha encontrada.

Sou criança, botão em flor,

Anjo do céu por Deus criada.


Andreia Santos, 5ºA


É dia da criança.

Vamos pedir aos nossos pais,

Uma “festança”

Nem que seja com uma dança.


Paulo Martins, 5.ºA

Pré-Escolar inicia-se no Paint

Os alunos das educadoras Marília e Henriqueta que frequentam o ensino pré-escolar, no estádio Algarve, fizeram a sua iniciação no programa Paint. Os alunos foram muito criativos. Sem dúvida que temos artistas!


sexta-feira, 20 de maio de 2011

José Viale Moutinho

O escritor José Viale Moutinho esteve na EB1 de Almancil com alunos de três turmas desta escola. O escritor falou-nos da sua vida, obra e preferências. Foi um encontro muito interessante e animado, pois também recitámos poesia de sua autoria. O José ainda nos deixou um desenho autografado. Gostámos muito desta visita!



A nossa escola é baril




No Portal, está a nossa Onda Radical.
Em Almancil, está uma escola infantil.
Em Almancil, somos mais de mil.

A nossa escola é baril
porque é em Almancil.

Em Portugal, desafios mil vamos encontrar.
Onda radical é um mundo social.
Neste Portal, vamos ouvir e falar.

A nossa escola é baril
porque é em Almancil.

Neste Portal, vamos ouvir e falar.

A nossa escola é baril
porque é em Almancil.

A música em Almancil é muito fixe.
Na nossa escola, tudo anda a 1000.

A nossa escola é baril
porque é em Almancil.

Ioan e Georghe, 5º. D (Apoio de PLNM)

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Um dia do avesso

   
    Este texto foi realizado a partir da leitura da obra  «À Beira do lago dos Encantos» de Maria Alberta Menéres.

      Acordei pela manhã, esfreguei os olhos, olhei para o despertador, era muito tarde. Já estava atrasada para a escola. Saltei da cama, tomei banho, vesti-me, nem tive tempo para comer direito.

      Subi as escadas, fui ver-me ao espelho para ver se estava bonita. Quando me olhei, qual o meu espanto, vi-me adulta. Estava muito alta, o meu corpo estava mais desenvolvido, resumindo era uma mulher e dona do meu próprio nariz.

     Fiquei tão surpreendida e espantada, que não sei bem mais o que senti na altura ... Lembrei-me dos meus pais. Fui ao quarto deles e vi-os transformados em crianças. Meus deus! Fiquei, certamente, maluca!       
     Eles olharam para mim e disseram:
      - Bom dia, mãe! - E perguntei:
      - O que é que vos aconteceu?
    Não me responderam e só diziam « mãe», « mãe», « mãe», ...
    Então comprrendi. Era mesmo adulta!  Era mãe, trabalhava, conduzia, tinha responsabilidades.

    Durante a minhâ infância, dizia que queria ser adulta, mas, agora, só queria voltar a ser criança, pelo menos, não tinha tantas obrigações. Os meus pais, ou bem dizendo filhos, constantemente, tinham fome e tinha de lhes dar comida, passava a vida a cozinhar e tinha, todos os dias, de levá-los à escola.

    Numa dessas idas à escola para deixá-los, o meus telefone tocou. Atendi e ouvi uma voz rouca:
     - Despacha-te!
    Fiquei sem reacção. Questionei-me, murmurando:
    - Onde trabalho eu? - Rapidamente, ouvi, do outro lado da linha:
    - O que é que se passa?  O Jornal 25 de Abril há muito que te espera!
   Fiquei tão feliz porque trabalhava num jornal. Fazia algo de importante. Quando cheguei ao meu local de trabalho, o patrão já estava à minha espera. E disse-me:
   -  Tens ali os baldes, os panos e o detergente. Despacha-te na limpeza!
   Fiquei desiludida porque, afinal, era empregada de limpeza.

   No final de um dia de trabalho, quando deram as sete horas, tinha de ir buscar as crianças à escola. Logo que  lá cheguei, vi-os e deram-me um beijo.

    Em seguida, fui para casa rapidamente, tinha de fazer o jantar e estava tão cansada!   Fiz o jantar, dei-lhes de comer, banho e pu-los a dormir. Estava exausta e só me apetecia dormir, mas tinha a loiça para lavar e, não tive remédio, lavei-a.

    Depois de um dia para esquecer, fui para a sala, sentei-me no sofá e, finalmente, adormeci.

Sandra, 7.º C   

terça-feira, 17 de maio de 2011

O meu mundo

     

Este texto foi realizado a partir da leitura da obra  «À Beira do lago dos Encantos» de Maria Alberta Menéres.

     Adão e Eva vão para a Terra encontrar-se com o João para explorar melhor o planeta.
     
     Quando chegam, o João pergunta:
      - Não têm fome?
      Eles reponderam que sim e que, se fosse possível, gostariam de comer maçãs. Enquanto eles comem, o João pergunta:
      - São namorados?
      Ao que Eva responde:
      - O que é ser namorados?
       E o João responde:
      - São duas pessoas que gostam uma da outra, que dão e, também, recebem afecto, carinho, que  se cuidam e gostam de estar juntas. Tu e o Adão estão sempre juntos e parecem gostar imenso um do outro.
      - Deixa lá isso ... E a música? Eu não sei o que é ... Adão, tu sabes o que é a música?
      Adão responde:
      - Não!
      O João intervém e diz que a música são sentimentos expressados por palavras numa melodia.   
      - Queres ouvir?
       Depois de Adão e Eva terem ouvido uma canção, queriam compor uma, pois tinham muita imaginação. Como o João verificou que eram desafinados, deu-lhes a ideia  de escrevem um livro sobre o planeta de onde vieram, e assim foi.
       Adão e Eva escreveram o livro e ficaram muito famosos.

Viviana, 7.º B
   

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Cuidar de alguém é difícil ...



Este texto foi realizado a partir da leitura da obra  «À Beira do lago dos Encantos» de Maria Alberta Menéres.

 (No quarto do Daniel)

Daniel (a escrever o seu diário): «Querido diário, comprei-te hoje e já quero encher as tuas páginas brancas com letras e palavras sobre o meu dia-a-dia.»

Mãe (entrando em cena): Daniel! Já são horas de ir para a cama, amanhã podes escrever no teu diário novo, mas agora já são horas de dormir. Boa noite!

Daniel: Está bem, mãe. Boa noite!

(No dia seguinte, de manhã)


Daniel (a escrever no seu diário): «Querido diário, eu sei que só devia de escrever em ti à noite, mas hoje acordei bem cedo, e qual foi o meu espanto, estava adulto. Tenho mais um metro do que ontem, a minha voz mudou, está mais grossa, a minha cara está maior e já tenho barba.

Fui para o quarto dos meus pais para lhes dizer o que me tinha acontecido e, quando olhei para eles, tinham o aspecto de crianças de três anos. Depois de ver os meus pais assim, vim logo a correr para o quarto, para escrever tudo o que aconteceu dentro de ti. Não sei o que fazer! Falamos mais logo. Vou fazer o pequeno almoço para os meus pais e depois venho escrever em ti.»


(Na cozinha)


Daniel (para a mãe): Vá lá! Se não comeres a papa, nãos cresces como eu.

Daniel (para o pai): Vá lá! Se não comeres a papa não ficas com barba como eu.

Daniel (para os pais): Despachem-se a comer que vocês têm que dormir a cesta.

Daniel (a falar baixo): Também eu!... O meus pais dão muito trabalho.


(Daniel no quarto dele a  acordar da cesta.)


Daniel (a escrever no seu diário): «Querido diário, depois de dar o pequeno-almoço aos meus pais, levei-os para o quarto para dormir a cesta, e eu fiz o mesmo. Agora, acabei de acordar e já estou de volta ao normal e os meus pais também. Agora já sei o que os meus pais passam por cuidarem de mim.»

«Cuidar de alguém é difícil »


Daniel, 7.º B

Vamos experiênciar....com os 4ºs anos

try Ao longo de dois dias tivemos várias experiências do plano curricular dos 4ºanos a decorrer na nossa biblioteca.