terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Os melhores momentos do 1'periodo

Algumas fotos dos momentos vividos no primeiro período na biblioteca sala magica

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Biblioteca Crescemos@Ler

As Nossa Novidades

Desafiamos os nossos alunos a escrever uma frase
 " porque amo a biblioteca escolar".
Os poemas de São Martinho foram afixados na nossa árvore de exposições.
A Feira dos Minerais esteve
 mais um ano na nossa escola, 
este ano superou as expectativas
 vinha por 3 dias e ficou 4.
Os alunos gostam muito de ver e comprar
 os minerais, pedras, dentes de tubarão assim como outras novidades. 
Entrega de diplomas aos vencedores "Concurso; trabalhos de Halloween".
 Bibliotecas escolares de Almancil entregaram diplomas aos melhores leitores.
A Feira do livro voltou a marcar presença na nossa escola!
Dia Internacional dos Direitos Humanos
 Assinalado com trabalhos dos alunos do 6ºA.


 Árvore de Natal com bolas de papel 
feitas pelas nossas crianças assim como os poemas de Natal!
Conteúdo da cor; Cores Frias e Cores Quentes
Trabalho realizado pelo professor Tomás Pires.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Exposição de trabalhos alusivos ao Natal

Trabalhos realizados por alunos e familiares alusivos ao Natal na Biblioteca Arco.Iris.
Boas Festas 😊☺💟👌

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

FEIRA DO livro Escola Cónego Dr.Clementino de Brito Pinto

   Ao longo  de três  dias ďecorreu  na  Biblioteca   Arco -.Iris a FEIRA  do livro com  a presença da papelaria ABC de Quarteira que ofereceu 6 livros à nossa biblioteca......Obrigada😀😆

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Na floresta mágica não existe magia que torne os dentes saudáveis

 Há muitos, muitos anos na floresta mágica ouviu-se um rugido de dor, intenso,  arrepiante, desconcertante...Todos os animais se esconderam!
Os coelhos nas tocas, os esquilos nas árvores e os pássaros voaram para longe. Era um rugido tão assustador, aterrador, de tal forma alto e dorido que ecoava por toda a floresta e nos tímpanos de todos os animais.
Estava o coelho Tomás à procura da sua toca para se esconder quando, de repente, aparece um pequeno caçador que andava por ali perdido. Também ele curioso acerca de tão assustador rugido.
Disse o pequeno caçador assaz:
- Não tenhas medo coelhinho que eu te protegerei e com a minha arma dispararei trás pás pás! E o monstro que nos aterroriza por certo morrerá. Como te chamas coelhinho bonito e tão branquinho?
- Meu nome, pequeno amigo, de geração em geração tem passado, há quem diga que é maldição ou talvez não, mas por mais vezes que o digas o meu nome não mudarás, eu sou da 23ª geração dos coelhos Tomás!!!
Estavam eles no meio de toda esta conversa, quando ouviram um rugido ainda mais feroz que de longe se fez perto e de rugido se fez uivo, afinal aproximava-se o detestável lobo mau que nas patas dianteiras trazia um pau, dizendo aos outros amigos:
- Não recuem, não recuem pois eu estarei aqui e vos protegerei com este pau!
O coelho e o menino caçador depressa relaxaram ao ver que o lobo mau estava ainda mais assustado do que eles. Perguntou o coelho aos outros dois:
- Mas o que será que se passa nesta floresta que nunca antes na vida tinham os meus tímpanos vibrado de forma tão intensa, perante um tão distinto rugido?
 Estavam os três na conversa quando de repente do meio do mato e das silvas salta o leão Come Rojão, assim conhecido por a sua dieta ser apenas à base de carnes vermelhas e como estamos na floresta mágica a sua comida favorita era carne de porco, javali, veado, bisonte, cabra do monte, orelha de ovelha, mão de vaca, cabrito e costeletas de hipopótamo, tudo frito e bem regado com um molho muito rico  à base de açúcar amarelo, batata  doce e sumo de uva fermentado que para melhorar a textura era por fim engrossado com o sangue das suas presas. O leão Come Rojão outrora o rei orgulhoso desta floresta, com gosto afirmava que todas as suas refeições eram doces como os manjares dos Deuses.
Só que nesta ocasião após aterrar ao pé dos nossos três amigos via-se na sua feição que de dor padecia. Que neste dia por alguma razão, muito sofria, depois de um “aaaaaaahhhhhh!” coletivo o leão disse assim:
- Não se assustem meus amigos que fome não tenho nenhuma, doem-me tanto os dentes que hoje nem consigo comer caruma!
O menino caçador disse então para o leão:
- Quando não ando aos tiros tenho uma broca na mão!!! Senta-te aqui neste tronco e chega-te para trás, abre um pouco a boca para que possa ver o mal que essa dor te traz...
 Enquanto isto decorria, o lobo mau disse:
- Oh Sr. Rojão, antigamente quando só carne comia, por vezes também dessa dor padecia, desse tão grande tormento que de descanso não nos dá um momento, que é ter uma cárie no dente! Está a ver este pau que eu trago? Habituei-me a utilizar quer como escova, quer como palito e após cada refeição comecei a dedicar-me a limpar a dentadura e desde então, milagre dos milagres, dores, cáries e gengivites, e todas essas chatices nunca mais senti. Chegando até ao ponto de mudar a minha dieta alimentar!
Nisto o coelho que estava muito calado, arreganhou a taxa, mostrando uns grandes, lindos e brancos dentes que de tão brancos até brilhavam!!! O leão ao ver aquilo disse logo:
- Ó Senhor Coelhinho diga-me lá como faz para ter uns dentes tão saudáveis?
A resposta foi dada pelo menino caçador dentista que após análise minuciosa tinha identificado quatro caninos com cáries tão grandes, tão grandes, mas tão grandes que dentro delas até viviam quatro pequenos ratinhos e disse assim:
- Ó Senhor leão estas cáries vou-lhe tratar, mas a partir de hoje os hábitos alimentares tem de mudar e passar a ter uma alimentação saudável e equilibrada e não se esqueça que após cada refeição os seus dentes tem que lavar. Esta é a única maneira de no resto da vida nunca mais ter cáries a o atormentar!...

AUTOR: Eduardo Jorge Moinhos Cachim, Professor do 1º CEB.